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| Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem |
A operação durou cerca de duas horas. Foram oito carros da Polícia Civil e 30 homens na ação do Comando de Operações e Recursos Especiais (Core). As pessoas levadas para o DHPP não estão presas segundo informações da polícia. Foram levadas somente para depoimentos.
A Polícia Civil não deu muitos detalhes sobre vistoria na sede da Inferno Coral nem se vai para as sedes das organizadas de Náutico e Sport.
O cerco foi fechado para as torcidas organizadas depois da morte do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, 23 anos, após o jogo do Santa Cruz contra o Paraná, no estádio do Arruda, na última sexta-feira (2), pela Série B. Paulo foi atingido por uma privada jogada de dentro do estádio.
Três pessoas foram detidas pelo envolvimento no crime. A polícia chegou ao primeiro suspeito através de uma denúncia anônima. Ele foi preso por volta das 14h da última segunda-feira (5), em frente à escola particular onde trabalha, em Ouro Preto, Olinda. A Secretaria de Defesa Social (SDS), em parceria com a Federação Pernambucana de Futebol e o próprio Santa Cruz, ofertaram R$ 10 mil para quem fornecesse informações que levassem à autoria do crime.
Já o segundo suspeito confessou o crime, de acordo com entrevista do advogado dele no DHPP. De acordo com o defensor, Luiz Cabral de Araújo Neto foi levado por uma vingança contra o presidente da principal organizada do Sport, a Torcida Jovem.
O terceiro suspeito de ter atirado a privada que matou o torcedor do Sport entregou-se à polícia na noite desta quinta-feira (8). Waldir Pessoa Firmo Júnior, 34, chegou ao DHPP acompanhado pelos pais, amigos e advogado. Foi o defensor quem estabeleceu os primeiros contatos com a delegada Gleide Ângelo, responsável pelo caso.







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