quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Costureira suspeita de tráfico de drogas é presa com 6 kg de maconha na BR-104

Droga foi apreendida e levada para a Delegacia da Polícia Federal (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Foto: Divulgação/Polícia Federal
Uma costureira de 26 anos suspeita de tráfico de drogas foi presa na noite da terça-feira (15) com 6 kg de maconha na BR-104 em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Federal, a mulher estava em um veículo de transporte alternativo quando foi abordada por policiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A suspeita foi autuada em flagrante e levada para a delegacia da PF, em Caruaru.

Caso seja condenada, a costureira pode ficar presa por até 15 anos. Ela será levada para uma unidade prisional feminina, onde ficará à disposição da Justiça.

Morador faz greve de fome contra auxílio-alimentação de vereadores em PE

Clodoaldo está dormindo em frente à Câmara de Vereadores (Foto: Ney Lima/Arquivo Pessoal)
Foto: Ney Lima/Arquivo Pessoal
Um morador de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, está fazendo uma greve de fome em frente à Câmara de Vereadores. Clodoaldo Barros, de 38 anos, realiza o ato desde a madrugada da segunda-feira (14) em protesto a uma decisão dos vereadores, que aprovaram um auxílio-alimentação de R$ 1,2 mil para toda a Casa Legislativa.


Segundo Clodoaldo, que foi candidato a prefeito nas eleições em 2016, ele só vai sair do local quando os vereadores voltarem atrás na decisão. "Minha intenção é sensibilizar os vereadores em relação a esse Projeto de Lei. Nós queremos a revogação, esperamos isso até a próxima quinta-feira. Também faço isso em relação as várias denúncias contra a prefeitura, que são levadas ao Ministério Público e por lá ficam", disse.

Foto: Ney Lima/Arquivo Pessoal
No dia 3 de agosto, um grupo também realizou um protesto espalhando cestas básicas em frente à Câmara e pedindo a revogação do auxílio. No diário oficial, o aviso de licitação para contratação da empresa que vai operar o benefício prevê uma despesa de até R$ 381 mil durante o contrato.

Sefaz disponibiliza nota fiscal avulsa para consumidores do Polo de Confecções do Agreste

Nova nota fiscal é mais barata para os empresários, diz Sefaz (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Foto: Fabiana Figueiredo/G1
A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) já disponibilizou aos consumidores que adquirem mercadorias no Polo de Confecções do Agreste a possibilidade de emitir a nota fiscal avulsa. O site da Sefaz já está preparado para fazer a emissão do documento que trará uma segurança jurídica para que os compradores possam transitar com as mercadorias em todo do território nacional.

Esta nova situação vai atender aos consumidores de fora do Estado. São clientes das empresas do Polo de Confecções, que não recebem a nota fiscal de algumas delas, sobretudo as de menor porte. Muitas não têm estrutura ou organização administrativa para garantir a emissão do documento.

Com isso, para sair com a mercadoria de Pernambuco e transitar livremente com os produtos, os compradores são obrigados a recorrer a empresas “laranjas”, que emitem uma nota fiscal irregular sem que o ICMS devido seja pago.

Essa operação gera uma insegurança fiscal que faz com que muitas mercadorias sejam apreendidas antes de chegarem ao destino final. A possibilidade de ter os produtos perdidos fez com que vários consumidores, sobretudo aqueles que adquirem significativa quantidade de itens para a revenda, deixassem de comprar aos produtores locais e procurassem ambientes de compras em outros Estados.

Para resolver essa situação, o Governo do Estado tomou a iniciativa da emissão da nota fiscal avulsa com a cobrança da alíquota de ICMS de apenas 2% na operação. Essa cobrança tem o objetivo de desestimular a informalidade. “A proposta do Governo de Pernambuco foi elaborada com base em sugestões das próprias empresas do polo, que estavam perdendo clientes. Por ano, calculamos que serão emitidas cerca de 30 mil notas fiscais avulsas”, explica o secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcelo Barros.

Ele informa que a alíquota de 2% foi decidida em conjunto com os empresários do polo e que a cobrança não visa aumento na arrecadação. “Os nossos principais objetivos são dar segurança fiscal aos compradores e acabar com a atividade dos ‘laranjas’, já que a alíquota cobrada será bem menor do que aquela que eles impõem”, completa.

Em um segundo momento, as notas fiscais avulsas serão emitidas pelos Espaços da Moda, que vão ser criados para viabilizar a prestação de serviços de diversos órgãos estaduais, reunidos no mesmo ambiente. “Estamos sempre atentos às necessidades do Polo de Confecções do Agreste.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Suspeitos de matar travesti a facadas em Palmeira dos Índios, AL, são presos em PE

Mary Montilla foi morta a facadas (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Foto: Reprodução/TV Gazeta
Suspeitos na morte de uma travesti em Palmeira dos Índios, no Agreste alagoano, foram presos em uma ação conjunta das polícias de Alagoas e Pernambuco na segunda-feira (14).

A vítima, Manuel de Melo Junior, 26, conhecida como Mary Montilla, foi morta no último dia 2 de agosto.

Os suspeitos do crime foram identificados como Cícero Pereira dos Santos, conhecido como “Carne Crua”, e Leandro Batista de Sousa.

Segundo o delegado titular da 5ª Delegacia Regional de Palmeira dos Índios (5ª DRP), Alexandre Leite, policiais civis da cidade de Bom Conselho (PE) localizaram os suspeitos após denúncias anônimas de que, após o crime, eles teriam fugido para o município de Brejão (PE).

A ação aconteceu após investigação do delegado, que representou pela prisão preventiva dos acusados pelo crime de homicídio qualificado. Os presos foram recolhidos à Cadeia Pública de Bom Conselho.

À época, o Grupo Gay de Alagoas (GGAL) informou que Mary foi a 12ª vítima LGBT registrada no estado em 2017, sendo que ela foi a 4ª travesti assassinada. O levantamento feito pelo grupo mostra que a maioria das mortes ocorridas em 2017 foram no interior do estado.

CBF só deve aderir ao árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro de 2019

Sandro Meira Ricci teste árbitro de vídeo (Foto: Thiago Dias)

O uso de árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro chegou a ser cotado como uma novidade para 2017, mas o recurso ainda não foi adotado e deve demorar mais do que o previsto para ser utilizado, segundo o chefe de arbitragem da entidade, Sérgio Corrêa. Em participação no "Redação SporTV", por telefone, ele explicou a decisão e disse que polêmicas recentes provocadas com o uso do recurso fizeram a CBF repensar o assunto (assista ao vídeo).

- Estamos trabalhando com muita tranquilidade, tem cinco empresas interessadas em participar desse projeto. A CBF está muito rigorosa nessas questões e temos que ter segurança plena de implementar e não criar os problemas que temos observado em alguns casos (...) Não temos pressa. Em 2018, vai ser a data em que a Fifa vai definir e colocar na regra do futebol para a Copa do Mundo e nós teremos mais segurança, mais tranquilidade, para que quando o projeto for implementado não tenhamos mais problemas do que temos sem o árbitro de vídeo. Tínhamos pressa no início, estamos preparados através dos testes que fizemos, mas dado a essa inserção da interpretação que tem ocorrido em vários jogos (com uso do recurso), recuamos um pouquinho, estamos aguardando para 2018 a questão da aprovação e o protocolo definitivo a ser usado na Copa do Mundo para depois usar no Brasileiro, quem sabe 2019 - disse.

A favor da medida, Sérgio Corrêa acredita que o uso do árbitro de vídeo será fundamental para evitar "erros crassos" no futebol. Ele garante que a entidade participa das discussões sobre o assunto, inclusive junto à Fifa, mas ainda não vê um consenso sobre a maneira como o recurso vem sendo usado. A crítica é sobre a utilização em lances de interpretação, quando deveria auxiliar em lances "claros".

- Tenho acompanhado os experimentos pelo mundo. O projeto brasileiro é mais conservador, pois não incluímos a questão da interpretação, é o que está dando muito problema nos jogos. Toda vez que entra a interpretação do árbitro em campo vai dar problema, com certeza. Ainda não estamos resolvidos, mas estamos acompanhando. Não tem como a tecnologia não entrar no futebol. A gente precisa continuar os testes, os treinamentos, ajustando o protocolo que a Fifa criou para que possa dar a segurança de que apenas os erros claros serão corrigidos - afirmou. 














Corrêa lembrou casos recentes e disse que é preciso preparar os envolvidos para saber quando e como usar o VAR (árbitro assistente de vídeo). Ele ainda lembrou da experiência feita recentemente na final do Campeonato Pernambucana, que não ficou livre das polêmicas.


- Toda vez que o árbitro vai para o local da revisão ou altera a revisão naquele espaço há um problema muito grande porque o lance não revisado acaba gerando polêmica. Propusemos que fique no campo da informação. O VAR informa o árbitro e ele toma a decisão sem que haja a necessidade de ir até a área de revisão. Como aconteceu nos dois testes que fizemos em Pernambuco... o árbitro marcou a penalidade, resolveu por orientação revisar o lance de interpretação e não pudemos dar a ele informação porque é interpretação. A conta ficou para o árbitro de vídeo, quando o árbitro pediu revisão. Na segunda partida, o assistente marcou a saída de bola, o árbitro apitou e foi fazer uma revisão. Não tínhamos o som para saber se o árbitro apitou. Ele resolveu por conta fazer a revisão. Nas duas situações, não teve responsabilidade do árbitro de vídeo - explicou.
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